Estratégia
21/05/2021

Agência Gatilho: conheça nossa forma de fazer plano de marketing

Nós, da Agência Gatilho, assumimos o seu BO. Mas não é assim, do nada. Assumimos o seu BO focados na gestão da sua marca e em estratégia de mercado, para trazer resultados que importam para o seu negócio.

Por trás disso tudo, tem uma ‘Gat forma de trabalho’. E é isso que trazemos neste texto para que você conheça nossa forma de fazer plano de marketing e criar soluções para os desafios dos nossos clientes.

Atuamos com métodos, inspirações e experiências que são muito próprias da Agência Gatilho. Afinal, são o resultado dos nossos estudos, da nossa criatividade, da nossa trajetória e do nosso conhecimento adquirido até aqui.

A essência do nosso trabalho é elaborar e executar estratégias que unam marcas e pessoas. É assim que a Agência Gatilho acredita que surgem as conexões mais fortes, intensas e duradouras.

Porém, para isso, iniciamos com uma imersão profunda no negócio. Essa ação é necessária para compreender todo o seu contexto, com análises bastante agudas sobre:

1) o cenário atual;

2) os desafios e dores a serem superados; e

3) as oportunidades.

Para nós, essa é a maneira mais adequada para construirmos estratégias e ações específicas e singulares que compõem o plano de marketing para cada empresa.

Etapas para embasar estratégia e o plano de marketing

Inicialmente, o trabalho da galera aqui é entender para quem a marca vende ou para quem a marca deseja vender, e com quem ela quer se relacionar

Muito mais específico do que o público-alvo, precisamos entender quem é a persona do nosso cliente. Ou seja, precisamos compreender quem é o cliente ideal.

Afinal, quando a gente sabe, por exemplo, o perfil, os interesses e os hábitos das pessoas para as quais a empresa já vende e para as quais deseja vender, é possível elaborar um plano de marketing com muito mais assertividade, entendendo como, o que e em quais canais comunicar.

Onde se quer chegar?

Sabe aquela história de que “para quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve”? 

Pois então: a empresa precisa ter bem claros metas e objetivos, ou seja, onde quer chegar. Com isso, a gente ajuda a pensar os caminhos, que são as estratégias: o “como” a gente chega onde queremos.

É por isso que embasamos muito bem as estratégias antes de propor as ações. Obviamente podem haver ajustes no processo. Está ok mudar de curso. Mas a resposta rápida e a correção da rota também faz parte do pensamento estratégico.

Está ok mudar de curso. Mas a resposta rápida e a correção da rota também fazem parte do pensamento estratégico.

Portanto, antes de mais nada, nossos clientes precisam ter clareza sobre quais os objetivos, quais os desafios a serem superados e quais os problemas do negócio. 

Acima de tudo, a empresa deve entender qual o seu porquê!

Na Agência Gatilho fazemos questão de estar em sintonia com a gestão da empresa. Ou seja, nossas ações são de comunicação e marketing, mas elas não são criadas sem embasamento: o plano de marketing mantém o alinhamento com os porquês do negócio.

Trazemos para a mesa de diálogo os objetivos de negócio da marca, as barreiras até chegar aos objetivos, os indicadores que balizam o andamento do projeto e quais ações inteligentes serão usadas.

Logo, nosso planejamento para os clientes já prevê problemas e oportunidades de negócios, para além das vendas, da comunicação e do marketing.

O panorama completo da empresa precisa estar contemplado no plano de marketing. É assim que enxergamos a concepção de estratégias que de fato tragam uma boa imagem da marca.

Como se quer chegar?

Como já mencionamos, o ‘como’ representa o caminho. No nosso vocabulário, o ‘como’ é a estratégia.

E quando pensamos em estratégia, fica muito claro que, mais do que traçar o que fazer, é preciso estabelecer o que não fazer

Em um gigante universo de possibilidades, a estratégia está muito próxima do conceito de foco: depositar as energias em determinadas ações e não em outras.

Obviamente, depositar as energias nas ações que sejam efetivas, que encaminhem as situações para o resultado esperado.

Para chegar onde se quer, é preciso ‘fatiar’ o número de passos por dia

Se a gente sabe que precisa andar 200 km, dividimos quantos quilômetros faremos por dia, certo? A lógica do nosso trabalho aqui na Gatilho é a mesma. 

Assim, estruturamos fases para o plano de marketing, abraçando as demandas das grandes áreas do negócio do Planejamento por Direcionamento Estratégico (PDE).

1) Marca

Não tem como pensarmos em branding sem falarmos de aumento da percepção de valor da marca pelos públicos, ao longo do tempo. 

Então, além dos objetivos de médio e longo prazo, damos atenção a esses atributos intangíveis da marca.

Nesse sentido, o plano de marketing é pensado para dar um ‘up’ na percepção e na imagem, sempre tendo em vista os fatores emocionais das pessoas que têm contato com a marca. Por isso, são necessárias ações externas e internas.

2) Experiência

Se a gente quer uma percepção de marca pelas pessoas, é preciso partir para o relacionamento, para a experiência dos clientes (e possíveis clientes) com a marca.

Então, é fundamental a aproximação da marca com as pessoas. Assim, nesse ponto, pensamos, por exemplo, no plano de lançamento de novos produtos, na campanha com melhorias em serviços, em eventos específicos e nas entregas.

Nossos clientes ficam cientes: para que o plano de marketing funcione, a empresa deve estar sincronizada com esse planejamento. Alterações nos produtos ou serviços devem ser realizadas no mesmo sentido do que esse plano prevê.

Até porque, como já falamos, o plano de marketing é feito com base no que o negócio deseja, aonde a empresa quer chegar.

Com os alinhamentos entre o que a empresa faz e o que comunica, a experiência do cliente será condizente com o discurso da marca.

3) Comercial

Se ali em cima, em ‘Experiência’, o funcionamento fluido da engrenagem da empresa era necessário, aqui é fundamental.

Setores de vendas (que são o <3 do negócio) e setor de marketing precisam andar de mãos dadas, já que são complementares.

O plano de marketing que nós preparamos, prevê a entrega de leads qualificados e possibilidades para facilitar as vendas. 

Nesse momento, um lançamento, por exemplo, vem com boa proposta comercial, gatilhos para conseguir mais clientes e maneiras de manter quem já é.

A ideia é que os passos anteriores conduzam o potencial cliente para a tomada de decisão de compra.

Nosso funil de vendas e indicadores

Não faz sentido ter objetivos e não conseguir quantificá-los. Indicadores de desempenho claros e que se conectam com os objetivos fazem diferença para entender se o plano de marketing funcionou ou não. 

E aqui, insistimos: a empresa como um todo precisa compreender a razão de estar fazendo o que está fazendo. Quando os indicadores mostram que os esforços feitos estão trazendo resultados positivos, a sintonia interna só melhora.

Há várias possibilidades de geração de indicadores, com frequências também variadas. Cada empresa pode atuar com os indicadores que fazem mais sentido para seu negócio: a escolha precisa estar alinhada ao plano de marketing.

Aqui na Agência Gatilho trabalhamos da seguinte forma:

funil 1 1

Investir em um plano de marketing é preciso

Realmente não há como colocar um plano de marketing em prática sem um investimento. Mas tem planejamento também para isso.

O que vai ditar quanto de recursos precisará ser injetado são os objetivos definidos no plano. 

Se há um orçamento pré-definido, melhor ainda: as ações são pensadas de acordo com esse valor (que precisa estar no planejamento financeiro anual da empresa!).

A execução de cada ação também vai demandar valores, por exemplo, para a produção de vídeos, mídia offline, etc.

Quanto ao investimento em mídia, os valores dependerão especialmente dos objetivos das campanhas (se são para conversão, para tráfego, engajamento, etc).

O que a Agência Gatilho recomenda para o seu plano de marketing

Há pontos bastante importantes sobre investimentos, que sempre apresentamos aos nossos clientes:

– comece onde já conhece, expanda, avalie e afunile novamente;

– preveja investimento em um plano de social media, com conteúdo de valor; isso aumenta o engajamento e isso traz bons resultados;

– comece com investimentos diversificados, com mais de um canal; aumente os recursos somente quando perceber um deles dando resultados;

– todas as etapas do funil precisam de investimento, mas se o caso for priorizar, inicie com o fundo de funil;

– o investimento mínimo/dia para cada conjunto de anúncios que for criado no Business Manager do Facebook é de $ 1; enquanto no LinkedIn Ads, dependendo do objetivo da campanha, é de R$ 20;

– as análises constantes são fundamentais, pois são elas que vão mostrar se as campanhas estão funcionando ou se é necessário corrigi-las ou otimizá-las;

– a criação de campanhas deve ser feita no gerenciador de anúncios (não desperdice dinheiro no botão impulsionar);

– o remarketing é essencial; pode ser que nesse momento, pessoas que já tiveram contato com a marca estejam, agora, prontos para a compra.

Revisão e ajustes no plano de marketing

Antes de dar a partida, há uma revisão e uma validação atenta a tudo: ações, orçamento, aprovações e repasse da estratégia ao time. É necessário um cronograma de trabalho para cada uma das ações. 

Para potencializar os resultados, é importante definir um período da semana para monitorar o andamento das ações. Ah, os gestores e líderes devem estar envolvidos nessa atividade!

Vamos fazer acontecer?

Fazer uma estratégia é tão trabalhoso quanto fundamental! É, sim, complexo analisar e entender qual o rumo a  tomar. Porém, depois dessa compreensão, a caminhada é mais certeira.

Se sua empresa quer crescer com consistência, mas tem dificuldade em pensar as estratégias, é bem provável que ela não vá longe.

Com certeza, nós podemos ajudar. Com o comprometimento das pessoas e o caminho bem claro, sua empresa chega lá! 

Juliano Trentin

Cofundador da Gatilho, publicitário, pós-graduado em branding, torcedor da Chape e pai do Vicente.

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